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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Amor de pai tem grande influência na personalidade dos filhos
Àqueles que conhecem as Escrituras, o artigo abaixo não é novidade. A presença do (amoroso) pai na criação do filho é fundamental para o desenvolvimento de seu caráter.
Ainda que a vida urbana, antes mesmo de dizer pós-moderna, dificulte a presença do pai no lar, é nosso dever avaliar nossas vidas para que não negligenciemos naquilo que é nossa responsabilidade perante Deus.
Leia o artigo e avalie seu papel, pai cristão.
Fonte: bonde.com.br
Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento da personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que as nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.
"Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância", disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA). "Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego".
E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido socadas no estômago, só que a todo momento. Isso porque pesquisas nos campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas também são ativadas quando elas sentem dor física. Porém, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Após proibir palmadas, Suécia "sofre" com geração de crianças mimadas
A Suécia, primeira nação do mundo a proibir as palmadas na educação das crianças, se pergunta agora se não foi longe demais e criou uma geração de pequenos tiranos.
"De uma certa forma, as crianças na Suécia são extremamente mal educadas", afirma à AFP David Eberhard, psiquiatra e pai de seis filhos. "Eles gritam quando adultos conversam à mesa, interrompem as conversas sem parar e exigem o mesmo tratamento que os adultos", ressalta.
O livro "Como as crianças chegaram ao poder", escrito por Eberhard, explica porque a proibição das punições físicas - incorporada de forma pioneira ao código penal da Suécia em 1979 - levou, pouco a pouco, a uma interdição de qualquer forma de correção das crianças.
"É óbvio que é preciso escutar as crianças, mas na Suécia isso já foi longe demais. São elas que decidem tudo nas famílias: quando ir para a cama, o que comer, para onde ir nas férias, até qual canal de televisão assistir", avalia ele, considerando que as crianças suecas são mal preparadas para a vida adulta.
"Nós vemos muitos jovens que estão decepcionados com a vida: suas expectativas são muito altas e a vida se mostra mais difícil do que o esperado por eles. Isso se manifesta em distúrbios de ansiedade e gestos de autodestruição, que aumentaram de maneira espetacular na Suécia", diz o psiquiatra.
Suas teses são contestadas por outros especialistas, como o terapeuta familiar Martin Forster, que sustenta que, numa escala mundial, as crianças suecas estão entre as mais felizes. "A Suécia se inspirou sobretudo na ideia de que as crianças deveriam ser ouvidas e colocadas no centro das preocupações", afirma Forster. Segundo ele, "o fato de as crianças decidirem muitas coisas é uma questão de valores. Pontos de vista diferentes sobre a educação e a infância geram culturas diferentes".
O debate sobre o mau comportamento das crianças surge regularmente nas discussões sobre a escola, onde os problemas de socialização ficam mais evidente.
>> Continue a leitura no site original do artigo (clique).
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Tenho que exigir perdão de meu filho?
Por Wilkin Jen
Traduzido por Aeliton Lopes
Título original: Should I Make My Child Apologize?
Frequentemente pais me perguntam se é errado exigir de seus filhos que peçam perdão quando eles são desrespeitosos ou desobedientes. Normalmente, eles (os pais) estão preocupados se poderiam estar treinando seu filho a mentir. (Eles pensam:) Não seria melhor esperar para que a criança se desculpe por conta própria quando sente genuíno remorso, ao invés de apenas repetir um pedido de desculpas que foi ensinado?
É definitivamente louvável querer que seu filho fale e aja apenas por motivos certos. E sim, a obediência divina vai além de apenas dizer as palavras certas; obediência piedosa é ações certas mais motivos certos, fazendo as coisas certas pelas razões certas.
Mas como a obediência divina é instigada? Como é formada? A resposta pode surpreendê-lo. Ao contrário dos adultos, que normalmente aprendem pelo raciocínio, as crianças aprendem fazendo. Adultos normalmente devem ser convencidos de que uma ação é correta antes que eles exerçam-na. As crianças, por outro lado, aprendem a executar a ação correta antes de serem racionalmente capaz de avaliar a razão pela qual está correta. Fazer a coisa certa, na verdade, antecede entender por que isso deve ser feito.
Pais compreendem intuitivamente e emprega este "treinamento verdadeiro" com crianças em diversas áreas:
- Nós os treinamos na linguagem de cortesia antes que eles desejem o ser cortês (por favor”, “desculpem-me”).
- Nós os treinamos na linguagem de gratidão antes que eles desejem ser gratos (“obrigado”).
- Nós os treinamos na linguagem de respeito antes que eles desejem ser respeitosos (“senhora, senhor, a senhora”).
- Nós os treinamos na linguagem da oração antes que eles desejem orar ("Deus é grande, Deus é bom," Oração do Pai Nosso).
Em suma, nós ensinamos nossas crianças a linguagem que eles precisam interagir com outros bem antes de terem qualquer conceito real do porquê esse tipo de linguagem é necessário e bom.
Devido a isso, eu gostaria de responder à pergunta: "Devo fazer meu filho pedir perdão?" com um enfático "sim". Se fielmente equiparmos nossas crianças com a linguagem de cortesia, gratidão, respeito e oração, por que não também equipá-los com a linguagem do perdão? Não é igualmente importante que eles saibam? Como treiná-los a desculpar-se incentivaria a mentir mais do que treiná-los a dizer "obrigado" antes de estarem verdadeiramente agradecido? Não é falta de amor deixá-los verbalmente de mãos vazias diante de uma situação onde o perdão precisa ser semeado?
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Dez coisas para orar por sua esposa
Não tenho dúvida que para ser um bom pai, antes devemos ser bons maridos. Um marido piedoso, ora por sua esposa. Abaixo, retirado do site flourish.me, postado por Jonathan Parnell, dez oração para orar por sua esposa - um desafio.
Nossa fome por Deus não deve estar confinada ao nosso mundo pessoal. À medida que O conhecemos e nos deleitamos em tudo que Ele é para nós em Cristo, nossa alegria nEle ultrapassa a experiência pessoal numa busca para ser reproduzida em outras pessoas.
Uma das maneiras mais fáceis de percebermos isso é a forma como oramos – desejando e pedindo pelos outros as mesmas coisas que desejamos para nós mesmos. É algo maravilhoso – um milagre – quando investimos tanto nos outros quanto investimos em nossa própria santificação. E, obviamente, o melhor lugar para começar isso é com o nosso cônjuge.
Sendo assim, homens, eis aqui dez coisas que desejamos de Deus (e pedimos a Ele) em favor da nossa esposa:
1 – Deus, seja o Deus dela – o tesouro que a satisfaz. Torne-a zelosa pela sua exclusividade sobre todos os seus outros desejos e vontades (Sl 73.24-25).
2 – Aumente a fé dela – dê a ela uma confiança sólida de que Seu poder incomparável sempre a conduz para o seu bem absoluto em Cristo (Rm 8.28-30).
3 – Aumente a alegria dela – alegria em Ti que despreza tudo em favor da riqueza de Sua graça em Cristo e que diz, de maneira firme, clara e alegre: “Irei a qualquer lugar e farei qualquer coisa enquanto souber que estás comigo” (Ex 33.14-15).
4 – Amoleça o coração dela – resgate-a do cinismo e a torne tenra à Sua presença nos detalhes mais complicados. Das fraldas sujas a uma multidão de outras necessidades que o Senhor a chamou para cumprir (Hb 1.3).
5 – Faça com que ela ame a Sua igreja – que ela edifique relacionamentos em sua vida que a desafiem e a encorajem a caminhar na verdade do evangelho, e faça com que ela ame o ajuntamento, a Ceia do Senhor, e a vida diária do Corpo (Mc 3.35).
6 – Dê sabedoria a ela – permita que ela enxergue a dimensão da realidade que sou capaz de ignorar e que acompanhe a Sua visão com um espírito dócil e tranquilo (1 Pe 3.4).
7 – Preserve a saúde dela – continue a ministrar seu dom da saúde e não nos permita ser presunçosos; estamos falando de uma graça que foi comprada com o sangue (Sl 139.14).
8 – Multiplique a influência dela – encoraje e aprofunde o impacto dela em nossos filhos. Dê a ela pequenos vislumbres disso. Que o amor dela seja evidente aos vizinhos e desperta nela maneiras criativas de investir neles por causa de Cristo (Jo 12.24).
9 – Permita que ela ouça a Tua voz – que ela leia a Bíblia e a aceite como ela é, a Sua Palavra... a Sua própria Palavra onde quer que ela viva, cheia de graça e tudo que ela precisa para uma vida de santidade e piedade (2 Pe 1.3).
10 – Que ela fique maravilhada com Cristo – pelo fato de estar unida com Ele, pelo fato dela ser uma nova criatura nEle, pelo fato dela ser Sua filha... não mais em Adão, e morta para o pecado; agora em Cristo e viva em Ti, para sempre (Rm 6.11).
Traduzido por Enrico Pasquini
Nossa fome por Deus não deve estar confinada ao nosso mundo pessoal. À medida que O conhecemos e nos deleitamos em tudo que Ele é para nós em Cristo, nossa alegria nEle ultrapassa a experiência pessoal numa busca para ser reproduzida em outras pessoas.
Uma das maneiras mais fáceis de percebermos isso é a forma como oramos – desejando e pedindo pelos outros as mesmas coisas que desejamos para nós mesmos. É algo maravilhoso – um milagre – quando investimos tanto nos outros quanto investimos em nossa própria santificação. E, obviamente, o melhor lugar para começar isso é com o nosso cônjuge.
Sendo assim, homens, eis aqui dez coisas que desejamos de Deus (e pedimos a Ele) em favor da nossa esposa:
1 – Deus, seja o Deus dela – o tesouro que a satisfaz. Torne-a zelosa pela sua exclusividade sobre todos os seus outros desejos e vontades (Sl 73.24-25).
2 – Aumente a fé dela – dê a ela uma confiança sólida de que Seu poder incomparável sempre a conduz para o seu bem absoluto em Cristo (Rm 8.28-30).
3 – Aumente a alegria dela – alegria em Ti que despreza tudo em favor da riqueza de Sua graça em Cristo e que diz, de maneira firme, clara e alegre: “Irei a qualquer lugar e farei qualquer coisa enquanto souber que estás comigo” (Ex 33.14-15).
4 – Amoleça o coração dela – resgate-a do cinismo e a torne tenra à Sua presença nos detalhes mais complicados. Das fraldas sujas a uma multidão de outras necessidades que o Senhor a chamou para cumprir (Hb 1.3).
5 – Faça com que ela ame a Sua igreja – que ela edifique relacionamentos em sua vida que a desafiem e a encorajem a caminhar na verdade do evangelho, e faça com que ela ame o ajuntamento, a Ceia do Senhor, e a vida diária do Corpo (Mc 3.35).
6 – Dê sabedoria a ela – permita que ela enxergue a dimensão da realidade que sou capaz de ignorar e que acompanhe a Sua visão com um espírito dócil e tranquilo (1 Pe 3.4).
7 – Preserve a saúde dela – continue a ministrar seu dom da saúde e não nos permita ser presunçosos; estamos falando de uma graça que foi comprada com o sangue (Sl 139.14).
8 – Multiplique a influência dela – encoraje e aprofunde o impacto dela em nossos filhos. Dê a ela pequenos vislumbres disso. Que o amor dela seja evidente aos vizinhos e desperta nela maneiras criativas de investir neles por causa de Cristo (Jo 12.24).
9 – Permita que ela ouça a Tua voz – que ela leia a Bíblia e a aceite como ela é, a Sua Palavra... a Sua própria Palavra onde quer que ela viva, cheia de graça e tudo que ela precisa para uma vida de santidade e piedade (2 Pe 1.3).
10 – Que ela fique maravilhada com Cristo – pelo fato de estar unida com Ele, pelo fato dela ser uma nova criatura nEle, pelo fato dela ser Sua filha... não mais em Adão, e morta para o pecado; agora em Cristo e viva em Ti, para sempre (Rm 6.11).
Traduzido por Enrico Pasquini
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
O perigo da internet e especialmente da pornografia
Além do artigo não ser tão breve, ele está em inglês. Não quero desencorajá-los com isso, mas incentivá-los a entender o claro perigo da internet e a profundidade que a pornografia pode trazer aos nossos filhos.
Jamie tinha dez anos quando viu sua primeira cena de sexo pornográfico. Durante uma festa de pijama, um colega se ofereceu para mostrar-lhe "algumas fotos engraçadas" em seu laptop.
"No começo eu achei um pouco assustador e um pouco nojento", Jamie me contou enquanto se mexia desconfortavelmente em sua cadeira durante a nossa sessão de terapia.
"Eu não sabia o que era possível que as pessoas fizessem esse tipo de coisa - e havia muitos close-ups desagradáveis . Mas ele me deu sentimentos engraçadas e as imagens começaram a ficar na minha cabeça".
>> Leia todo o artigo em Daily Mail (clique)
Caso não saiba inglês, use o Google Tradutor. Basta inserir o link do artigo no campo de tradução.
Veja também "Ex-lad's magazine editor Martin Daubney: experiment convinced me that online porn is the most pernicious threat facing children today"
Jamie tinha dez anos quando viu sua primeira cena de sexo pornográfico. Durante uma festa de pijama, um colega se ofereceu para mostrar-lhe "algumas fotos engraçadas" em seu laptop.
"No começo eu achei um pouco assustador e um pouco nojento", Jamie me contou enquanto se mexia desconfortavelmente em sua cadeira durante a nossa sessão de terapia.
"Eu não sabia o que era possível que as pessoas fizessem esse tipo de coisa - e havia muitos close-ups desagradáveis . Mas ele me deu sentimentos engraçadas e as imagens começaram a ficar na minha cabeça".
>> Leia todo o artigo em Daily Mail (clique)
Caso não saiba inglês, use o Google Tradutor. Basta inserir o link do artigo no campo de tradução.
Veja também "Ex-lad's magazine editor Martin Daubney: experiment convinced me that online porn is the most pernicious threat facing children today"
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Como ajudar o seu filho ler com discernimento
"Mãe, eu estou sem livros para ler novamente."
"Sério? Não lhe dei um há poucos dias? "
Meu filho é um leitor voraz. Ele puxou a mim. Quando criança, muitas vezes eu fiquei acordado até tarde da noite só para ler mais um capítulo. Sou grato pelo gosto de leitura que ele tem, mas muitas vezes eu não consigo acompanhar seu apetite.
Quando meus filhos estão fisicamente com fome, eu às vezes lhe dou qualquer coisa que eu posso encontrar para aumentar o açúcar no sangue e eles pararem de choramingar. Mas quando se trata do apetite de meu filho para os livros, eu não consigo lhe dar qualquer coisa para ler. Alimentos pré-embalados e uma boa refeição caseira irão igualmente encher a barriga, apesar do último ser melhor para o corpo. Quando se trata de alimentar o desejo do meu filho de ler, eu quero lhe dar o que é saudável para a mente, coração e alma.
Uma seleção de bons livros para os nossos filhos lerem é importante para o seu crescimento na fé, assim como para sua alfabetização, conhecimento ea vida emocional. Ensiná-los a como fazer por si mesmos é ainda melhor.
Uma vez eu fiz uma lição para ajudar os meus filhos a entenderem como eles precisam processar o que eles aprendem, seja de livros, televisão, internet, amigos ou da escola. Usando uma peneira colocada sobre uma tigela, derramei tomates enlatados. Eu disse a eles que a peneira (filtro) representa a Palavra de Deus, ea comida enlatada é o que eles aprenderam. Eles têm que filtrar tudo o que aprendem através da Palavra de Deus. Aquilo que permaneceu no filtro era a verdade, mas tudo o que foi para a tijela era falso. Os livros que nossos filhos lêem precisam ser avaliados por meio de nossa cosmovisão bíblica.
Então, como é que nós, como pais, determinamos o que é um bom livro para os nossos filhos para sua leitura?
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
O que acontece quando você fica elogiando a inteligência de uma criança
Gabriel é um menino esperto.
Cresceu ouvindo isso.
Andou, leu e escreveu cedo.
Vai bem nos esportes.
É popular na escola e as provas confirmam, numericamente e por escrito, sua capacidade.
“Esse menino é inteligente demais”, repetem orgulhosos os pais, parentes e professores. “Tudo é fácil pra esse malandrinho”.
Porém, ao contrário do que poderíamos esperar, essa consciência da própria inteligência não tem ajudado muito o Gabriel nas lições de casa.
- “Ah, eu não sou bom para soletrar, vou fazer o próximo exercício”.
Rapidamente Gabriel está aprendendo a dividir o mundo em coisas em que ele é bom, e coisas em que ele não é bom.
A estratégia (esperta, obviamente) é a base do comportamento humano: buscar prazer e evitar a dor. No caso, evitar e desmerecer as tarefas em que não é um sucesso e colocar toda a energia naquelas que já domina com facilidade.
Mas, como infelizmente a lição de casa precisa ser feita por inteiro, inclusive a soletração, de repente a auto-estima do pequeno Gabriel faz um… crack.
Acreditar cegamente na sua inteligência à prova de balas, provocou um efeito colateral inesperado: uma desconfiança de suas reais habilidades.
>> Continue a leitura em Update or Die (clique).
Cresceu ouvindo isso.
Andou, leu e escreveu cedo.
Vai bem nos esportes.
É popular na escola e as provas confirmam, numericamente e por escrito, sua capacidade.
“Esse menino é inteligente demais”, repetem orgulhosos os pais, parentes e professores. “Tudo é fácil pra esse malandrinho”.
Porém, ao contrário do que poderíamos esperar, essa consciência da própria inteligência não tem ajudado muito o Gabriel nas lições de casa.
- “Ah, eu não sou bom para soletrar, vou fazer o próximo exercício”.
Rapidamente Gabriel está aprendendo a dividir o mundo em coisas em que ele é bom, e coisas em que ele não é bom.
A estratégia (esperta, obviamente) é a base do comportamento humano: buscar prazer e evitar a dor. No caso, evitar e desmerecer as tarefas em que não é um sucesso e colocar toda a energia naquelas que já domina com facilidade.
Mas, como infelizmente a lição de casa precisa ser feita por inteiro, inclusive a soletração, de repente a auto-estima do pequeno Gabriel faz um… crack.
Acreditar cegamente na sua inteligência à prova de balas, provocou um efeito colateral inesperado: uma desconfiança de suas reais habilidades.
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quinta-feira, 25 de julho de 2013
Como ser um refúgio para seus filhos?
Por John Piper
No temor do SENHOR, há firme confiança, e ele será um refúgio para seus filhos. (Provérbios 14:26)
Se o Papai estiver amedrontado, para onde se voltarão os pequeninos? Papais deveriam ser seguros. Eles deveriam saber o que fazer, como resolver problemas, consertar as coisas e, sobretudo, proteger seus filhos do mal. Mas o que ocorre se uma criança vê o medo na face de seu Papai? E se o Papai estiver tão assustado quanto a criança e não souber o que fazer? Neste caso, a criança fica totalmente perturbada e se apavora. Ela sente que o único lugar firme, bom e confiável de refúgio não é mais seguro.
Mas se o Papai é confiante, a criança tem um refúgio. Se o Papai não está entrando em pânico, mas está calmo e firme, todos os muros podem vir abaixo, todas as ondas podem quebrar, todas as serpentes podem sibilar e os leões, rugir; mas os braços de seu Papai ainda serão um lugar seguro. O Papai é um refúgio, contanto que seja um Papai confiante.
É por isto que Provérbios 14:26 diz que "ele será um refúgio para seus filhos", se o Papai possuir uma "firme confiança." A confiança do Papai é o refúgio de seus filhos. Pais, a batalha para ser confiante não é apenas sobre nós, mas sobre a segurança de nossos filhos. É sobre o senso de segurança e felicidade deles. É sobre eles crescerem aflitos ou firmes na fé. Até que as crianças possam conhecer a Deus de uma forma profundamente pessoal, nós somos a imagem e a personificação de Deus em suas vidas. Se formos confiantes, confiáveis e seguros para eles, eles serão muito mais inclinados a apegar-se a Deus como seu refúgio quando, mais tarde, as tempestades lhes sobrevierem.
Então, como nós devemos obter esta "firme confiança"? Afinal, nós também somos pequeninos, somos vasos de barro, fracos, quebrantados, lutando contra dúvidas e ansiedades. Será que a solução é fazer nossa melhor encenação e esconder o que somos verdadeiramente? Isto nos levará às úlceras, no melhor dos casos, e, no pior, ao duplo erro de desonrar a Deus e rejeitar nossos adolescentes. Esta não é a resposta.
Provérbios 14:26 nos dá outra resposta: "No temor do SENHOR, há firme confiança". Isto é bastante estranho. Diz que a solução para o temor é o temor. A solução para a timidez é o temor. A solução para a incerteza é o temor. A solução para as dúvidas é o temor. Como pode ser isto?
sábado, 29 de junho de 2013
O ídolo do sucesso
Por Paul David Tripp
Na presença de seu filho adolescente, escutei algo de um pai: “Você sabe como é ir à igreja e saber que todos estão falando sobre seu filho rebelde e orando por ele? Você sabe como é entrar no culto com todos os olhos voltados para você, sabendo que as pessoas ficam pensando no que está acontecendo e se você e sua esposa estão superando?”.
Ele continuou. “Isso não é o que deveria acontecer. Nós procuramos fazer fielmente o que Deus nos chamou a fazer como pais, e olhe só onde acabou! Eu pergunto a mim mesmo, se eu soubesse que tudo acabaria desse jeito, será que teríamos decidido ter filhos? Eu não consigo descrever quão desapontado e envergonhado estou.”
Naquela tarde, com seu filho escutando, aquele pai falou o que muitos pais já sentiram, mas nunca verbalizaram. Nossa tendência é encarar a criação de filhos com expectativas como se tivéssemos garantias inabaláveis. Nós pensamos que se fizermos nossa parte, nossos filhos irão se tornar cidadãos exemplares. Nossa tendência é encarar a criação de filhos com um senso de posse, com um senso de que esses são os nossos filhos e a obediência deles é o nosso direito.
Esses pressupostos pavimentam o caminho para nossa identidade se enrascar em nossos filhos. Começamos a precisar que eles sejam o que eles deveriam ser para que, aí sim, possamos desfrutar de um senso de cumprimento de nosso dever e de sucesso. Começamos a olhar para nossos filhos como nossos troféus ao invés de criaturas de Deus. Secretamente, queremos exibi-los como conquistas de um trabalho bem feito.
>> Continue a leitura em Conexão Conselho Bíblico
Original: Idol of Success
Na presença de seu filho adolescente, escutei algo de um pai: “Você sabe como é ir à igreja e saber que todos estão falando sobre seu filho rebelde e orando por ele? Você sabe como é entrar no culto com todos os olhos voltados para você, sabendo que as pessoas ficam pensando no que está acontecendo e se você e sua esposa estão superando?”.Ele continuou. “Isso não é o que deveria acontecer. Nós procuramos fazer fielmente o que Deus nos chamou a fazer como pais, e olhe só onde acabou! Eu pergunto a mim mesmo, se eu soubesse que tudo acabaria desse jeito, será que teríamos decidido ter filhos? Eu não consigo descrever quão desapontado e envergonhado estou.”
Naquela tarde, com seu filho escutando, aquele pai falou o que muitos pais já sentiram, mas nunca verbalizaram. Nossa tendência é encarar a criação de filhos com expectativas como se tivéssemos garantias inabaláveis. Nós pensamos que se fizermos nossa parte, nossos filhos irão se tornar cidadãos exemplares. Nossa tendência é encarar a criação de filhos com um senso de posse, com um senso de que esses são os nossos filhos e a obediência deles é o nosso direito.
Esses pressupostos pavimentam o caminho para nossa identidade se enrascar em nossos filhos. Começamos a precisar que eles sejam o que eles deveriam ser para que, aí sim, possamos desfrutar de um senso de cumprimento de nosso dever e de sucesso. Começamos a olhar para nossos filhos como nossos troféus ao invés de criaturas de Deus. Secretamente, queremos exibi-los como conquistas de um trabalho bem feito.
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Original: Idol of Success
terça-feira, 23 de abril de 2013
A verdade é sempre de Deus
Pelo Facebook conheci este artigo: "9 formas de fazer seu dia a dia com as crianças ser mais leve." Gostei dele. Entretanto, mais do que isso, gostei de perceber como essas dicas, quando verdadeiras, são antes encontradas na Palavra de Deus. Faça o exercício. Perceba como cada item do artigo tem, antes, uma orientação bíblica a respeito dele.
Sugiro somente um cuidado: a Bíblia não é um compêndio de soluções para problemas da humanidade. Tampouco sugere um sistema para lidarmos com diferentes problemas do dia a dia. Ela é antes, a revelação de Alguém que quer redimir todo homem e mulher de seu estado incapaz de fazer o que é correto. Todo processo de genuína mudança acontece através de Jesus Cristo, epicentro das Escrituras Sagradas. Ao recorrer à Bíblia, lembre-se disso. Perceba que nEle há diversas formas de fazer seu dia a dia com as crianças mais leve.
segunda-feira, 11 de março de 2013
4 Lessons I'm Learning as a Soon-to-Be Dad
Por Brandon Smith
Within two years of marriage, my wife and I found out that she was pregnant with our first child. While joyful about the news, we were flooded with questions and concerns. The initial shock exhausted us as we began to anticipate the many necessary skills we do not have. As they say, you're never really "ready" to be a parent. As a husband, it's no small thing to learn to live with and lead my wife, but she can do most things for herself. It's quite another challenge to steward the life of a baby who can do almost nothing on his or her own.
For us, this first pregnancy has been fun, tiring, exciting, terrifying, and everything in between. As a man, the revelation that I am called by God to lead my family is weighty. In fact, Paul tells Timothy that "if anyone does not provide for his relatives, and especially for members of his household, he has denied the faith and is worse than an unbeliever" (1 Tim. 5:8). I do not take these implications lightly. It is an absolute privilege for God to entrust a family to me.
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sexta-feira, 1 de março de 2013
Massachusetts Eliminates Gender Distinctions in Public Schools
The Story: Parents across Massachusetts are concerned about new public school rules that would not only allow transgender students to use restrooms and locker rooms of their choice but would also punish students who refuse to affirm or support their transgender classmates.
The Background: In 2011 the Massachusetts legislature amended several state statutes to include prohibit discrimination based on "gender identity." Last week the Massachusetts Department of Elementary and Secondary Education issued guidance for how the law would be implemented in public schools.
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Parenting: It’s Never an Interruption
Paul Tripp
Parenting is all about living by the principle of prepared spontaneity. You don't really know what's going to happen next. You don't really know when you'll have to enforce a command, intervene in an argument, confront a wrong, holdout for a better way, remind someone of a truth, call for forgiveness, lead someone to confession, point to Jesus, restore peace, hold someone accountable, explain a wisdom principle, give a hug of love, laugh in the face of adversity, help someone complete a task, mediate an argument, stop with someone and pray, assist someone to see their heart, or talk once again about what it means to live together in a community of love.
What you do know is that Scripture gives you the wisdom that you need and your always-present Messiah gives you the grace that you need to be ready to respond to the moments of opportunity he’ll give you. Along with this, you and I must remember that our Lord loves our children more than we ever could and his commitment to their growth and change is more faithful and persevering than ours could ever be. Because of this, in his grace and love, he’ll manufacture moments that expose the needy hearts of our children to us. He’ll faithfully employ the little moments of everyday life to expose to us and our children their need of rescuing and forgiving grace. And he’ll not do this only at the moments which you feel are appropriate and when you feel most prepared.
Let me give you an example. We had planned a day at a local theme park with our children. I was anticipating a day of familial amusement park bliss. You know, I was hoping that on this day my children would be self-parenting and if God could throw in a fully sanctified wife that would be cool! Well, we get to the park and are getting out of the van and one of my children said, "Dad, may we have something to drink before we go into the park?" It didn't seem like a dangerous request. I opened the cooler, which was full of soft drinks, and all of my children sighted in on the one can of soda that they all knew was the best. Immediately, global nuclear war broke out. They were pushing and shoving, grabbing and pulling, throwing ice at one another, saying unkind things and hitting one another's hands out of the way. I couldn't believe it, we’re not in the park yet and my day was already ruined!
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